domingo, julho 31, 2011

Fim de Julho

O céu cinzento, escondendo qualquer traço de sol que poderia aparecer, o vento cortante raspando em minha pele, o frio que fazia me lembrar que eu estava sozinha. Era fim de Julho e eu ainda estava parada, fitando o nada, apenas com lembranças fragmentadas habitando minha perturbada mente. Não sei quanto tempo faz, e hoje já não quero mais saber. As memórias já não são mais tão claras, mostrando que já se pasara muito tempo desde o último dia que ''eu'' ainda era '' nós''. Nem me esforço mais para tentar lembrar, por mim, que as lembranças queimem, junto com  a imagem do seu último olhar, em fúria.

Um comentário:

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida.

Obrigado por postar sua opinião.
Retribuirei a visita.

beijiinhos